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Mostrando postagens com o rótulo José de Alencar

Resenha: Amor platônico, coragem e muita aventura em O Guarani, de José de Alencar.

Oi, pessoal do Blog! Bom, como prometido, hoje eu vim aqui fazer a minha resenha sobre o livro O Guarani, de José de Alencar. O livro é simplesmente sensacional, padrão Senhora, digo Senhora (outro livro de Alencar) porque quem me acompanha no Blog sabe que eu gostei muito, muito mesmo do livro Senhora, inclusive foi a minha primeira ressaca literária, ou seja, se está no padrão Senhora, o livro é bom mesmo. Sem dizer que O Guarani faz uma competição acirrada com Senhora, muito bom mesmo. Mas vamos a resenha em si. O livro se passa no ambiente da Serra dos Órgãos, na região de Minas Gerais, aí mora D. Antônio de Mariz, um fidalgo português que decidiu construir sua mansão nessa região isolada devida a um descontentamento particular com o governo (era um bravo fidalgo português e na época em questão, o Brasil colônia se achava encaixado na União Ibérica, a qual o Brasil pertencia à Espanha), recusando-se a morar em uma cidade onde houvesse presença do governo espanhol, ele mesm...

Resenha: Amor, tradição e cultura em Iracema, de José de Alencar.

Oi, pessoal do Blog! Bom, já era pra eu ter escrito esse post ontem, porém, estou escrevendo ele hoje, enfim, vim aqui escrever um pouco para vocês sobre a minha leitur a da obra Iracema, de José de Alencar. Pra começar, quero deixar escrito que esse livro me enganou um pouquinho, ele é um livro pequeno, pequeno mesmo, típico dos romances de folhetim da época, mas me surpreendeu porque nessa obra, Alencar usou uma linguagem totalmente diferente em relação à que ele usou nos outros livros. Em Iracema, José de Alenc ar usou todo o seu conhecimento sobre o sertão, desde ervas e tribos até rituais e lendas, o que tornou a leitura uma enorme fonte de conhecimento e de análise daquela época, aliás, o romance faz uma trilogia com “O Guarani” e “Ubirajara”, que formam os chamados romances indianistas de Alencar. No início foi complicado entender o contexto e até mesmo o enredo por causa daquelas palavras diferentes e como eu não gosto de parar de ler para ir ler nota rodapé...

Resenha: Ódio e amor, rispidez e carinho em Diva, de José de Alencar.

Oi pessoal do Blog! Tudo bem? Novamente, antes de mais nada, quero agradacer muito à vocês que curtiram a página que já chegou a cem curtidas, muito obrigado mesmo, eu não esperava tantas curtidas assim em tão pouco tempo. Mas vamos a resenha. Confesso as vocês que o livro Diva, não o livro, mas o romantismo em si já estavam, sim, eu disse estavam, me enjoando, aquele modelo pronto: recalque, a moça extremamente linda e pronta para casar, os ciúmes, as palavras, as metáforas. Mas vocês vão me dizer: seu idiota, é isso que é o Romantismo! Eu sei que isso é o Romantismo, só que tem coisas que a gente não gosta por inteiro, não sei se vocês vão me entender, é como se fosse assim: Realismo também segue um modelo pronto, porém esse modelo pronto me agrada, por mais que seja repetitivo. É isso que acontece no romantismo e é o que eu acho. Mas vocês vão notar que eu disse que "estava" não gostando mais do Romantismo, o que fez e faz com que eu não goste dele por inteiro e s...

Quanto custa o amor? Senhora, de José de Alencar.

     Quanto vale o amor? Quanto vale uma união matrimonial?      São essas as perguntas que te farão refletir na leitura do livro Senhora, do autor brasileiro José de Alencar, é claro que eu não vou largar “spoiler”, nem vou entregar o enredo, mas é um livro que realmente te  faz refletir sobre o valor do amor e os valores humanos.      Os personagens principais são Aurélia e Fernando, ambos, como em todos os livros do Romantismo, se amam e querem um ao outro, porém há um peso que os afasta, ou melhor, uma fortuna que os afasta e um passado doloroso, principalmente para Aurélia que a retém de se entregar ao seu verdadeiro amor.      Muitas vezes no decorrer da leitura, o leitor vai se comparar a cenas idênticas, como as repetidas vezes que o casal discute, cada qual tentando justificar suas atitudes do passado e mesmo as do presente. O mais legal, é que essas brigas muitas vezes te fazem rir, pois realme...

José de Alencar PARTE 2

     Estou aqui com a segunda parte do post sobre o autor José de Alencar!!      E como prometi, nessa parte vou falar sobre a vida e a obra do autor, sem dar ênfase às críticas que são feitas a ele em sala de aula, nem nas nossas concepções particulares.      Não gostaria de colocar datas, mas enfim, é preciso. José Martiniano de Alencar nasceu no ano de 1829, na cidade de Mecejana, filho de um padre (sim, de um padre, mas termine de ler!!) com uma prima (do padre), porém, seu pai largou o sacerdócio e casou-se com sua prima.      Seu pai tornou-se senador do Império e como ocupava um alto posto político, José de Alencar sempre teve uma vida digamos “farta”, por esse motivo, teve condições de ingressar em uma faculdade de direito e concluí-la com êxito.      Apesar de ser formado em direito, José de Alencar passou a trabalhar escrevendo folhetins no jornal “Correio Mercantil”, o qual ab...

José de Alencar, mais um autor "rotulado" pela literatura.

     Suponho que muitos ao verem o título dessa postagem pensou: “Poxa, aquele cara chato e complicado das aulas de literatura aqui, mas o objetivo do blog não era trazer uma literatura alternativa e bem explicada?”      Calma, calma, queridos leitores, não é bem assim, um dos outros objetivos desse blog é trazer a literatura complicada para um linguajar mais popular e é isso que vou fazer, aposto que faço você entender e talvez até gostar de José de Alencar depois de ler este post. Mas vamos lá.      No título diz que o autor é mais um rotulado da literatura brasileira e é mesmo, ou vai dizer que ele não é mais um daqueles escritores que até a sua professora (o) diz que é “chatinho”?      “Chatinho” nada, ele e eles não são chatos, eles te fazem pensar, te fazem raciocinar e como diria meu professor de filosofia, nem sempre é fácil pensar! Já imaginou que chatice que seria se somente houvesse aquele gênero ...